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A TÉCNICA DA VOZ CANTADA

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__A Função Vocal ___ ______---___página_ 21

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Ressonadores Vocais e os Órgãos Articuladores

O som produzido na laringe seria praticamente inaudível se não fosse amplificado e modificado pelas caixas de ressonância próximas à laringe. Para a técnica vocal (o canto), daremos especial atenção aos ressonadores da face. São eles: cavidade da boca, cavidades do nariz e os seios paranasais, chamando-os de ressonadores faciais ou voz facial. É esta voz facial que o cantor, seja qual for sua voz, deve e precisa desenvolver. Uma voz que não explora essas ressonâncias, mesmo sendo uma voz forte, será uma voz sem brilho e sem qualidade sonora. A voz bem colocada tem penetração, beleza e qualidade.
A voz não impostada, não trabalhada, geralmente é apoiada na garganta, emitindo, assim, sons imperfeitos, sem brilho, mesmo que o timbre seja muito bonito e agradável.
Você já deve ter ouvido falar em “cantar na máscara”, ou seja, utilizar os ressonadores faciais. Observe os ressonadores faciais fazendo este simples teste: coloque uma das mãos encostadas no “Pomo de Adão”, que é a saliência da laringe e a outra entre o lábio superior e o nariz, apenas encoste a mão. Não faça força nem aperte. Com a boca fechada produza um som qualquer, como um “HUM”. Se observar uma vibração no “Pomo” você está apoiando a voz na garganta e não nos ressonadores faciais, caso a vibração maior seja abaixo do nariz você estará no caminho certo, utilizando esses ressonadores faciais. Não se preocupe, faremos outros exercícios para tal desenvolvimento.
Uma voz que não utiliza os ressonadores faciais tende a provocar um desgaste obrigando o cantor a um esforço desnecessário e, sem dúvida, sua voz será envelhecida prematuramente.
Impor a voz na face não significa forçá-la nos ressonadores faciais com excessos de emissão e sim emiti-la de forma fisiológica sabendo explorá-la de maneira natural.
Os órgãos articuladores são: os lábios, os dentes, a língua, o palato duro, o véu palatar e a mandíbula e são encarregados de transformar a voz em voz falada ou cantada. Qualquer deficiência de articulação irá dificultar o entendimento do que se canta.
É importantíssimo saber pronunciar bem as palavras de acordo com o idioma e suas regras, explorando os articuladores na forma correta dos vocábulos. A cavidade bucal sofre diversas alterações de tamanho e forma pelos movimentos da língua, considerada como o principal órgão da articulação, pois apresenta uma enorme variabilidade de movimentos pela ação dos seus músculos.

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Cavidades de Ressonância


______Elas estão situadas à frente da coluna cervical, isto é atrás da parte óssea e do maxilar e segem à laringe. Elas são compostas pelo baixo ou oro-faringe, limitada embaixo pelas cordas vocais, à frente pela epiglote e a base da língua, e atrás pela parde anterior da coluna vertebral que é recoberta pelos músculos constritores. Ao lado estão os pilares, prolongados acima pelo véu palatino. Acima e atrás das fossas nasais, o cavum, ou rino-faringe (figura A).






____Figura A - 1. Sinus; 2. Fossas nasais; 3. Cavum; 4. Véu palatino;
______ 5. Língua; 6. Epiglote; 7. Cordas vocais.



Estas cavidades possuem paredes fixas (maxilar superior e palato duro) e paredes móveis (mandíbula, língua, epiglote, lábios e véu palatino). Suas formas e dimensões são variáveis dependendo das pessoas. Alguns destes órgãos têm um sentido muscular (língua, lábios e mandíbula) e outros não têm (véu, palatino, laringe e cordas vocais).
No interior desta cavidade se encontra o véu palatino que se segue ao palato. Ele pode ter um diâmetro transversal e sagital mais ou menos desenvolvido e ser mais ou menos longo e musculoso. Qualquer que seja sua forma, o mais importante é sua mobilidade. Sua posição depende das atitudes articulatórias e varia, segundo a ausência ou a presença de nasalização (figura B). Neste caso, ele se abaixa e deixa passar um pouco de ar nas cavidades nasais. Ele muda também, segundo os movimentos da mandíbula, dos lábios, da laringe e o alargamento, mais ou menos pronunciado da faringe. Ao nível dos pilares, do véu palatino e da parede faríngea, este alargamento é sentido como uma atividade muscular importante e muito sensível (figura C ).

 

 

Figura B – 1. Elevação do véu palatino; 2. Abaixamento do véu palatino.

 

 

A Língua

Ela é um órgão muscular móvel, feita de numerosos músculos e ligada à epiglote e à laringe. Ela pode e deve executar movimentos extremamente precisos, em diferentes pontos da cavidade bucal. É o principal órgão da articulação. Ela encontra pontos de apoio sobre diferentes partes da abóbada palatina e pode realizar, tanto movimentos da ponta em direção às arcadas dentárias inferior ou superior, como elevar a base até a parte posterior do palato.
Através dos músculos que a unem aos órgãos circunvizinhos, ela intervém na abertura bucal, nos movimentos do véu palatino e na tonicidade e firmeza da articulação.
Como todos os músculos desta região estão relacionados entre si, diretamente, e se continuam por suas fibras musculares com os músculos da hipo-faringe e da laringe, toda contração para baixo e para trás vai desencadear uma ação de outros músculos desta região, enquanto que toda posição normal da base da língua atenua as contrações deste conjunto de músculos.
Do mesmo modo, toda ação, que procura alargar transversalmente as cavidades de ressonância, terá tendência a atenuar a ação dos músculos que fecham ou estreitam a abertura da hipo-faringe e da parte posterior da boca.

 

____Figura C – A cavidade bucal. 1. Véu palatino; 2. Úvula; 3. Pilar _________anterior; 4. Pilar posterior; 5. Amígdala; 6. Língua; 7. Parede faríngea.

 


 

 

A Mandíbula

Ela é o órgão móvel da articulação e, também, comanda a atitude da laringe, o volume das cavidades supra-laríngeas em sinergia com os movimentos da língua. Quanto aos lábios, eles regulam a atribuição do ressonador bucal anterior.
É nesta grande cavidade faríngea, que o som emitido pela laringe vai desenvolver o timbre pessoal do cantor e onde se dará o acordo vocal realizado entre a laringe, órgão vibrador, e as cavidades supra-laríngeas, órgão ressonador. Aí também são realizados os movimentos de articulação, dos quais a voz é o suporte. A mandíbula tem um papel essencial no que diz respeito à coloração dos timbres e à compreensão do texto cantado.
É, pois, o lugar de uma atividade muscular permanente já que há uma mobilidade constante dos órgãos contidos nas cavidades supra-laríngeas. Suas possibilidades de adaptação permitem ao cantor distribuir, a seu bel-prazer, as zonas de ressonância (figura 15), ou seja, de modificar a composição acústica das sonoridades, já que é no nível destas cavidades que os harmônicos são filtrados, onde alguns serão aumentados e outros diminuídos. É por um automatismo acústico-fonatório controlado pelo ouvido, pelas modificações muito sutis, muito finas, que se pode obter uma grande variedade de sonoridades e adaptar o conjunto destes mecanismos às exigências do texto, da música e da expressão.




___Figura D – 1. Ressonâncias faríngeas; 2. Ressonâncias bucais; 3. Ressonâncias nasais.


 

 

Esta facilidade de adaptação voluntária ou involuntária explica a realização de um timbre ou de uma emissão particular, conforme o gosto do professor ou do aluno.
Mas ela não estará obrigatoriamente de acordo com as possibilidades do cantor, nem às regras da fisiologia vocal, da fonética, da acústica e da física. Cedo ou tarde elas levarão às dificuldades de outra natureza.
Devemos assinalar a importância desta grande cavidade faríngea para o cantor, pois este é o lugar privilegiado para as infecções e inflamações. Efetivamente, a face posterior da faringe pode estar congestionada pelo muco retro-nasal descendente, pelas inflamações dos sinus que atingem a laringe, por um cavum obstruído por vegetações, pelas amígdalas infectadas ou pelo catarro tubário. Todas estas inflamações ou infecções supra-laríngeas se transmitem à mucosa da faringe e da laringe e modificarão o tipo de contração dos músculos que os recobrem bem como a qualidade das mucosas. Elas, também, atrapalharão a respiração do cantor, obrigando-o a pigarrear e a modificar as sensações indispensáveis ao controle da voz cantada.


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